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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Central Única das Favelas - CUFA convida...

Papo Cabeça ...fique por dentro de tudo!

* Por Geisa Gabrielle


O Projeto Papo Cabeça promovido pela Prefeitura de Petrolina através da Diretoria da Juventude ocorreu ontem, dia 10 de Setembro no SEST / SENAT em Petrolina, e teve a presença em massa da Juventude, debatendo, propondo e discutindo políticas públicas para a Juventude.















O Evento contou com a participação do Governo do Estado de Pernambuco através da Secretaria Especial de Juventude e Emprego bem como sociedade cívil através da grande participação dos Movimentos Sociais que a exemplo da UNEGRO, Movimento Estudantil (Universitários e Secundaristas), Profissionais da Educação, Cultura, Esporte, Grupos de Projetos sociais e tantos outros seguimentos que fizeram-se presentes e deram seu recado!







Espera-se com isso que as propostas agora sejam sistematizadas e postas em prática por parte das autoridades governamentais, além de uma participação maior da Juventude nas discussões, construindo e intervindo num amanhã que deve ser pensado a partir de um hoje!

Saudações Afro!



























* G
eisa Gabrielle é Coordenadora da UNEGRO - Petrolina e Membro da Comissão de Formação e Comunicação da UNEGRO - Pernambuco, Membro do Colegiado Estadual do Fórum de Educação de Jovens e Adultos de Pernambuco. Pedagoga com Especialização em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade de Pernambuco.







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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cultura: A dama do Barro Ana das Carrancas dá adeus á Petrolina deixa Saudades...


Artigo especial

Ana das carrancas, a alma do barro

Por Carlos Larte

Jornalista

As carrancas espantam maus espíritos, contam as lendas. Mistura de homem e animal, elas saíram da proa das embarcações para virar elementos decorativos e de estudo em muitos idiomas. E foi em Petrolina-PE, que Ana Leopoldina dos Santos fez das barrancas do Rio São Francisco, as Carrancas de barro.

Filha sertaneja de Ouricuri-PE, ela modelou as primeiras peças ao compasso de uma promessa: tirar seu marido cego das ruas onde pedia esmolas e educar as filhas. Daí em diante um traço marcante caracterizou o trabalho cada vez mais reconhecido em várias partes do mundo. As peças de Ana das Carrancas têm sempre os olhos vazados. Uma metáfora da própria vida da artesã. Mas ela consegue sublimar as dificuldades, transformando-as em desafios expressivos de uma arte primitiva, vigorosa e fantástica.

Ana das Carrancas, nascida do bafo da Caatinga, goza da fertilidade das águas, da perspectiva do fogo. Do forno caseiro à espera da “queima” das futuras “filhas”, que virão na forma de cinzeiro, vasos, mesas, barcos, Barro em ebulição. Um prolongamento da alma, feito pura argila. Do mesmo pó ao qual inevitavelmente retornaremos.

Fonte: Blog do Mágno

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